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A PARÁBOLA DOS DOIS FILHOS 

Mateus 21: 28-30

INTRODUÇÃO

Ao entrar em Jerusalém, e depois da purificação do Templo, Jesus enfrentou a resistência dos sacerdotes e fariseus, que o interrogaram acerca de sua autoridade para fazer aquilo. O Senhor lhes contou a parábola dos dois filhos, forçando-os a julgarem-se a si mesmos. Os religiosos de Jerusalém se julgavam guardiões da Verdade e responsáveis pela Obra de Deus na terra, mas diante daquilo que ouviram do Senhor Jesus, emudeceram, pois perceberam repentinamente a realidade em que se encontravam suas vidas.

DESENVOLVIMENTO

Um homem tinha dois filhos ... - O Senhor Jesus sempre usa o recurso da comparação de duas pessoas ou coisas ou dois grupos de coisas, para mostrar aquilo que é a Obra de Deus e aquilo que é a obra do homem. Ele revela isso através de Marta e Maria, do fariseu e do publicano, da casa edificada na rocha e da casa edificada na areia, das virgens prudentes e das virgens loucas, etc. Podemos perceber que nos exemplos citados pelo Senhor Jesus, as duas partes envolvidas receberam condições iguais e oportunidades iguais, mas suas reações foram diferentes.

Outro ponto a ser observado é o fato de Deus considerar como filhos, a todos os que foram gerados de novo pelo Espírito Santo, para fazerem parte de sua natureza e assumirem uma responsabilidade na sua Obra.

E dirigindo-se ao primeiro, disse: Filho, vai hoje trabalhar na minha vinha ... - A vinha era um tipo de cultura muito comum e conhecida em Israel. O objetivo principal da plantação de uvas era a fabricação do vinho, e esta atividade era passada de pai para filho por muitas gerações. Muitas famílias tiravam  seu sustento desta atividade.

Por causa de tudo isso a vinha era uma herdade que não podia ser vendida nem trocada por coisa alguma, e além de tudo, ela era uma propriedade de toda a família; o pai era o administrador, o responsável direto, e os filhos eram como servos que trabalhavam na plantação de uvas e na fabricação do vinho. Este trabalho era diário, e os filhos precisavam estar conscientes e envolvidos nele. Por isso o pai disse ao seu filho: “Filho, vai hoje trabalhar ...”

A vinha não poderia ser esquecida um dia sequer, pois isso poderia trazer prejuízos para ela e para seu dono e sua família.

 

A vinha representa a Obra do Senhor, ela é a herança que o Senhor nos legou ao morrer na cruz. Ela é sua propriedade direta, mas nós somos os filhos que foram convidados a trabalhar nela, e sermos os responsáveis pela sua manutenção. Se formos zelosos para com a Obra do Senhor, a bênção do Espírito (vinho), será o fruto do nosso trabalho.

Ele, porém, respondendo, disse: Não quero. Mas, depois, arrependendo-se, foi – O primeiro filho respondeu ao seu pai, manifestando o desejo do seu coração de não trabalhar na vinha. Mas depois, começou a refletir sobre aquilo que a vinha representava na sua vida:

*Ela era a herança que seu pai deixaria para ele quando partisse;

*Ela era o sustento de sua família;

*Um dia ele teria que passar esta mesma vinha para seus filhos e netos;

*Se ele não cuidasse da vinha, ela poderia ser destruída pelos animais do campo, e ele e sua família passariam por grandes privações;

*Era sua responsabilidade cuidar dela, e não havia mais ninguém para isso, pois seu irmão era negligente e preguiçoso.

Pensando em tudo isso, ele arrependeu-se e foi trabalhar na vinha do seu pai. A Obra do Senhor é assim  mesmo, nós precisamos entender que ela é nossa responsabilidade, e todos os dias o Senhor nos convocado pra realizar um trabalho na sua vinha. A tendência natural do homem é rejeitar o convite do Pai para realizar a Obra, pois a natureza humana é acomodada e negligente em relação às coisas espirituais. Se for depender unicamente da “boa vontade” do homem, a Obra sofrerá prejuízos.

Mas o servo responsável e diligente, não se deixa vencer nem influenciar pelo seu coração nem por sua natureza humana. Ele coloca a Obra do Senhor em primeiro lugar, mesmo contra seus interesses, pois ele sabe que ela é a sua vida, seu sustento e o sustento de sua família. Se ele não cuidar da Obra do Senhor, terá grandes dificuldades na sua vida, pois ela é uma herança que recebemos e que precisamos passar para nossos filhos.

E, dirigindo-se ao segundo, falou-lhe de igual modo; e, respondendo ele, disse: Eu vou, senhor; e não foi – O segundo filho tentou enganar seu pai, prometendo trabalhar na vinha, mas quando o pai deu as costas, ele foi embora em busca de seus próprios interesses e prioridades. Ele não tinha o mínimo senso de responsabilidade para com a vinha - ele só queria usufruir dela - mas não trabalhar duro pela sua manutenção e prosperidade. Para ele o responsável era aquele que estava do seu lado: seu irmão.

Existem pessoas que estão no nosso meio, que só querem receber a bênção do Espírito (vinho), mas não querem compromisso com a Obra do Senhor. Quando são convocadas para o trabalho, até se animam e se comprometem com sua palavra, mas na hora de realizá-lo não aparecem, por causa de seus compromissos inadiáveis. Quando é para sair para visitar os novos convertidos, os irmãos enfermos, quando é para estar nas madrugadas intercedendo ou para cuidar da limpeza da igreja, surgem mil desculpas ...

CONCLUSÃO

O que leva a pessoa a agir assim, é a falta de uma verdadeira experiência na Obra do Senhor, é a falta de sensibilidade à voz do Espírito Santo, e nesse caso prevalece o espírito religioso que os sacerdotes e fariseus de Israel alimentavam. Quando alguém não entende a Obra do Espírito, até se levanta contra aqueles que querem realizá-la.

Aquele que está na revelação se submete à autoridade do Senhor, de modo que quando surge a necessidade de realizar algum trabalho para o Senhor, ele logo obedece sem argumentar. Caso contrário fica só na sua palavra, e o reino de Deus não é de palavras, mas de virtude.